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Violonista Ivanov Basso lança sexto álbum com dez composições experimentais

  • há 10 horas
  • 2 min de leitura

Foto Ivanov na produção de seu sexto album / Imagem redes do músico

“Eletroacústico – Movimento” combina instrumentos acústicos e samples e será apresentado em roda de conversa no Conservatório de Música da UFPel

O violonista e compositor Ivanov Basso lança, neste mês, seu sexto álbum de carreira. Intitulado “Eletroacústico – Movimento”, o trabalho reúne dez composições que exploram a combinação entre instrumentos acústicos e samples, resultado de uma pesquisa experimental desenvolvida pelo músico.


As músicas chegaram às principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Amazon Music, entre outras, nesta quinta-feira (21). O lançamento também será acompanhado por uma roda de conversa no dia 28 de agosto, às 18h, no Salão Milton de Lemos, do Conservatório de Música da UFPel.


Durante o encontro, Ivanov irá compartilhar com o público detalhes sobre o processo de criação do álbum, as ferramentas utilizadas na produção, as livrarias de som escolhidas e curiosidades relacionadas às dez composições. A entrada é gratuita.


Mistura de sons acústicos e tecnologia

O novo trabalho explora as possibilidades de união entre a sonoridade dos instrumentos tradicionais e recursos tecnológicos. Para a produção, Ivanov utilizou samples e restringiu o material orquestral à formação de uma orquestra de cordas, buscando equilibrar os diferentes elementos sonoros presentes nas obras.


O álbum conta ainda com a participação dos violonistas Celso Faria e Gustavo Otesbelgue e do pianista Felipe Bunilha, que contribuíram para a construção das composições gravadas em estúdio.


Além das plataformas digitais, o projeto também terá um songbook, reunindo as partituras das dez peças e permitindo que o trabalho seja acessado e estudado por outros músicos.


Composição dedicada à filha

Entre as músicas do álbum está “Em um certo dia de junho”, composição dedicada à filha de Ivanov, Eugênia Basso. A ideia para a obra surgiu há mais de duas décadas, durante o nascimento da filha, mas só foi colocada no papel em 2020, quando Eugênia completou 25 anos.


A composição possui caráter pessoal e dramático e representa uma forma encontrada pelo músico para expressar o amor pela filha por meio da música.

Em 2023, a obra recebeu o prêmio de Melhor Composição na categoria Música Clássica do Prêmio Rádio MEC 100 Anos, realizado no Rio de Janeiro.


Serviço

28 de agosto: roda de conversa sobre o álbum

18h📍 Salão Milton de Lemos – Conservatório de Música da UFPel

Entrada gratuita

O projeto tem financiamento do Procultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pelotas (Secult). As gravações foram realizadas no estúdio de Rui Carlos Ávila, enquanto a identidade visual e a diagramação do songbook são assinadas pelo designer Valder Valeirão.

 
 
 

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