Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda (3) com foco na atualização da caderneta vacinal
- há 1 dia
- 2 min de leitura
Campanha Nacional de Multivacinação começa nesta segunda com foco na atualização da caderneta vacinal
Por Assessoria de Imprensa

A Campanha Nacional de Multivacinação 2026 teve início nesta segunda-feira (3) em todo o país e segue até o dia 1º de setembro. A mobilização busca ampliar a cobertura vacinal e incentivar a população a atualizar a caderneta de vacinação, especialmente crianças, adolescentes e demais pessoas com doses em atraso.
As vacinas são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e postos de vacinação. O ponto alto da campanha será o Dia D Nacional, marcado para 22 de agosto, quando haverá intensificação das ações em todo o Brasil.
O Ministério da Saúde reforça que todas as vacinas disponíveis no SUS são seguras e eficazes, contribuindo para reduzir a circulação de doenças e proteger tanto quem recebe a imunização quanto pessoas que não podem ser vacinadas por recomendação médica.
Entre os imunizantes disponíveis durante a campanha estão as vacinas contra tuberculose (BCG), poliomielite, sarampo, hepatites A e B, influenza, Covid-19, febre amarela, HPV, meningites, pneumonias, rotavírus, varicela e outras previstas no Calendário Nacional de Vacinação.
A campanha também ganha importância diante da ampliação da vacinação contra o sarampo em municípios paulistas após a identificação de casos relacionados à importação do vírus.
Outra ferramenta disponível é a Caderneta Digital da Criança, que permite aos responsáveis acompanhar pelo celular o histórico vacinal, receber lembretes sobre novas doses e monitorar informações de saúde e desenvolvimento infantil. A versão impressa continua sendo distribuída nas unidades de saúde.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima levando a caderneta de vacinação para verificar se há alguma dose pendente e garantir a proteção contra diversas doenças.



Comentários