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Pelotas e Rio Grande ganham novo programa para inclusão e reconstrução da juventude em vulnerabilidade social

  • Foto do escritor: Rádio Tupanci
    Rádio Tupanci
  • 15 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Iniciativas beneficiam 12 mil jovens de 12 municípios, com cursos, reforço escolar e incentivo financeiro; Pelotas e Rio Grande recebem R$14 milhões em investimento


Por Clarissa Ribeiro

Foto: João Pedro Rodrigues/Secom
Foto: João Pedro Rodrigues/Secom

Na última terça-feira (12) o governador Eduardo Leite anunciou dois programas para promover maior inclusão a jovens gaúchos em situação de vulnerabilidade social: novos Centros de Referência para a Juventude - Reconstrução (CRJs). Voltados para o desenvolvimento da juventude inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) e que tenham entre 15 e 29 anos, o programa oferecerá oficinas artísticas, cursos profissionalizantes e aulas de reforço escolar. Pelotas e Rio Grande devem receber investimento de 14 milhões para a criação dos Centros.


As unidades serão implementadas em áreas com elevados índices de vulnerabilidade social, prioritariamente, e em municípios que estiveram em situação de emergência nas enchentes. No total, doze cidades receberão os CRJs, sendo elas: Alvorada, Canoas, Caxias do Sul, Gravataí, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, São Leopoldo e Viamão.


A estimativa é que 12 mil jovens sejam atendidos ao longo de 12 meses, que receberão uniforme, alimentação durante as atividades e um incentivo de R$150,00 para permanência durante os períodos de curso. O programa é desenvolvido pela Sedes junto a entidades parceiras como a Rede Marista, Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-RS)e Central Única das Favelas (Cufa) de Frederico Westphalen e Passo Fundo.


O evento, que marca o Dia Internacional da Juventude, também contou com o anúncio dos 74 municípios credenciados para a segunda edição do programa Partiu Futuro Reconstrução. Nesta edição, são disponibilizadas 2.785 vagas voltadas para a contratação de jovens aprendizes, com idades entre 14 e 22 anos incompletos, caracterizados como atingidos, desabrigados ou desalojados, inscritos no CadÚnico e matriculados ou egressos da rede pública de ensino.

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