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Motorista de caminhão disse estar mexendo no rádio no momento da colisão na BR 116

  • Foto do escritor: Jean Pierre Knepper
    Jean Pierre Knepper
  • 5 de jan.
  • 2 min de leitura

Segundo a nota divulgada pela Ecovias Sul, ele "foi resgatado com vida e consciente, e relatou que, ao manusear o rádio do veículo, não percebeu a redução de velocidade da via"


Por G1/RS

Foto: Divulgação Ecovias Sul
Foto: Divulgação Ecovias Sul

O motorista que causou um acidente com 11 mortes na BR-116, em Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul, estaria manuseando o rádio no momento da colisão, segundo relatório da Ecovias Sul, concessionária responsável pela rodovia e pelas equipes que atenderam a ocorrência.


Segundo a nota divulgada pela concessionária, ele "foi resgatado com vida e consciente, e relatou que, ao manusear o rádio do veículo, não percebeu a redução de velocidade da via. Em consequência, desviou o veículo para a pista contrária, vindo a causar a colisão".


Ainda segundo a Ecovias, foram cerca de 10h de atendimento e 16 veículos da concessionária mobilizados, entre ambulâncias, guinchos e viaturas.


"As equipes da Concessionária Ecovias Sul foram acionadas para atendimento de um caminhão que estava parado sobre a faixa de rolamento. [...] Com esse evento, começou a se formar uma fila de veículos sobre a pista. As equipes [...] chegaram ao local e estavam fazendo o atendimento ao veículo com bloqueio e iniciando a sinalização do evento, quando, as 11:24 um veículo que se deslocava no sentido sul aparentemente não conseguiu parar no congestionamento", diz o relatório da concessionária.


De acordo com a PRF, o tacógrafo do caminhão aponta que o veículo estava acima da velocidade permitida na rodovia.


"O tacógrafo apontava que, sim, que ele estava acima [da velocidade permitida pela rodovia. Os colegas conseguiram retirar o tacógrafo do caminhão ele estava acima. A velocidade permitida] era de 40 km/h, já que ali é um trecho em obras. No vídeo, dá para ver que estava acima", afirma Laudson Viegas, responsável pela comunicação social da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Rio Grande do Sul

O caminhoneiro tem 25 anos e deve responder por homicídios culposos, conforme a Polícia Civil. O nome dele não foi divulgado.


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