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Irã volta a fechar o Estreito de Ormuz e ameaça romper cessar-fogo se Israel continuar atacando o Líbano

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Israel intensificou os ataques ao Líbano após o anúncio do cessar-fogo na guerra contra o Irã

Por O Sul

Foto: Reprodução de vídeo
Foto: Reprodução de vídeo

O Irã ameaçou nesta quarta-feira (8) romper o cessar-fogo firmado na guerra contra os Estados Unidos e Israel se as Forças de Defesa israelenses não pararem de bombardear o Líbano.


O Irã também anunciou que voltou a fechar o Estreito de Ormuz para o fluxo de navios comerciais. O governo iraniano atribuiu a ação ao que chamou de “violações de Israel ao cessar-fogo”.


As Forças Armadas iranianas já estão “identificando alvos para responder aos ataques desta quarta feitos por Israel contra o Líbano” e irão “punir Israel pelos ataques ao Hezbollah que violaram o cessar-fogo”, afirmou a mídia estatal do Irã.


Bombardeios israelenses em larga escala no Líbano ocorreram nesta quarta após o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmar que o cessar-fogo não se aplica ao território libanês. Os ataques mataram dezenas de pessoas e deixaram centenas de feridos, segundo autoridades libanesas.


A fala contrariou o anúncio do Paquistão, que tem atuado como mediador do conflito no Oriente Médio.


Em paralelo, países do Golfo Pérsico relataram terem sido atacados pelo Irã com mísseis e drones após a trégua entrar em vigor. O acordo de cessar-fogo previa que o Irã também pausaria os ataques retaliatórios que tem lançado contra países do Golfo Pérsico parceiros dos EUA.


O Ministério da Defesa do Catar disse que o país foi alvejado por artefatos vindos do Irã, mas que foram interceptados. Já a Arábia Saudita afirmou que um oleoduto foi alvejado na manhã desta quarta, poucas horas após o cessar-fogo entrar em vigor.


O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, pediu que todas as partes respeitem o cessar-fogo e disse que violações prejudicam o espírito de paz buscado pelas negociações para colocar um fim definitivo na guerra no Oriente Médio.





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