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Visitas patrimoniais movimentam Conservatório de Música da UFPel

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Durante a visita, os grupos tiveram acesso à história da instituição

Por JTR

Foto: Mara Braga Bermúdez
Foto: Mara Braga Bermúdez

Na quinta-feira (9), o Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) recebeu visitas guiadas inclusivas, integrando o plano de educação patrimonial do projeto de restauro do prédio. O evento contou com a participação de cerca de 50 integrantes do projeto Orquestrando Sonhos na Maturidade (MATU) e da ONG Gesto. A atividade foi coordenada pela produtora Adriana Noronha e o maestro João Marcos Negrinho Martins.


As obras de restauro e revitalização, que concluíram recentemente sua terceira e penúltima fase, inclusive, com a execução de meios de acessibilidade, como a instalação de elevador, são realizadas pela Santa Fé Produtora & Patrimônio, liderada por Josiele Castro, que assumiu a importante missão de viabilizar a manutenção da instituição de ensino e pesquisa. O projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura – FAC/RS e do Sistema Pró-Cultura (LIC/RS), via Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.


Durante a visita, os grupos tiveram acesso à história da instituição e conheceram os detalhes técnicos do restauro, com a explanação da Adriana Noronha e, ainda, ao percorrerem as dependências do local e, principalmente, por meio de audiovisual produzido pela Santa Fé, como ação de contrapartida do projeto. O vídeo traz depoimentos de Josiele Castro, da diretora do Conservatório, Magali Richter, da secretária Eliane Brum e de outras figuras ligadas ao lugar, declarado como patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul.


Registros históricos, que comprovam a relevância do conservatório, fundado em 1918, demonstram a trajetória da instituição como símbolo de resistência, força, fé e persistência, em prol da cultura da cidade e região, foram lembrados no encontro, aliados ao simbolismo das paredes, ao abrigar fotografias que revelam trajetórias artísticas, nacionais e internacionais, que marcaram as centenas de apresentações, ao longo dos anos.


Um dos momentos mais sensíveis ocorreu quando o Grupo Orquestrando Sonhos subiu ao palco principal, pela primeira vez, permitindo aos participantes experiência prática, ao testar a sonoridade e acústica do prédio, sob a regência do maestro Negrinho Martins, auxiliado pelo professor Marcelo Valente.


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