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POLÍCIA | Operação em Pelotas desarticula esquema de lavagem de dinheiro com prisão e bloqueio de bens de luxo

  • 19 de jul. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 20 de jul. de 2024




Nesta quarta-feira, 17 de julho, a Polícia Civil, através da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Pelotas, desencadeou a fase ostensiva da Operação Macan, que investiga crimes de lavagem de capitais.


Um indivíduo vinculado a uma organização criminosa foi preso preventivamente. Doze mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Pelotas e Porto Alegre, assim como em imóveis de luxo em Capão da Canoa, onde o preso residia.


Foram também cumpridos bloqueios de 17 contas bancárias, indisponibilidade de um apartamento de luxo avaliado em mais de R$ 1,5 milhão, a indisponibilidade de um veículo de luxo de R$ 420 mil, e a apreensão de um veículo avaliado em R$ 150 mil.


Conforme a investigação, que durou quatro meses, a estrutura criminosa foi se organizando e evoluindo para que o suspeito preso recebesse dinheiro ilícito oriundo, principalmente, das atividades de tráfico de drogas, e recolocasse os valores no mercado através de bens com aparência lícita, em nome de “laranjas”. Foram apreendidos, por fim, em um sítio, 11 cavalos de raça e diversas joias de alto valor.


O Delegado Rafael Lopes, titular da Draco de Pelotas, destacou que “a equipe fez um trabalho de inteligência que analisou diversas cautelares de quebras de sigilo, efetuou cruzamento de dados e levantamento de locais, conseguindo identificar que o investigado principal, preso hoje, e sua companheira estavam ostentando uma vida como pessoas bem-sucedidas, vivendo em imóveis de alto padrão, utilizando veículos luxuosos e, ainda assim, o investigado permanecia na cadeia de comando das ações do grupo criminoso”.


Com informações: Jornalista Fernando Kopper

 
 
 

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