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Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Manuela, Rigotto, Marcel e Pimenta na disputa pelo Senado

  • há 3 horas
  • 3 min de leitura

Dados foram divulgados nesta quinta-feira (30)


Por G1/RS

Foto: PSDB/Divulgação, Celso Bender/ALRS, MDB/Divulgação, Instagram/Reprodução, Marina Ramos/Câmara dos Deputados, Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados e Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Foto: PSDB/Divulgação, Celso Bender/ALRS, MDB/Divulgação, Instagram/Reprodução, Marina Ramos/Câmara dos Deputados, Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados e Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra como está a disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul. Manuela D'Ávila (PSOL), Germano Rigotto (MDB), Marcel Van Hattem (Novo) e Paulo Pimenta (PT) lideram os cenários, com empate técnico.


Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, os quatro nomes aparecem tecnicamente empatados e disputando as 2 vagas. "As diferenças são numéricas, mas sugerem uma disputa muito acirrada", analisa.


Neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores.


A Quaest incluiu no questionário dois possíveis cenários. Veja os números:


Cenário 1

  • Manuela D'Ávila (PSOL): 14%

  • Germano Rigotto (MDB): 12%

  • Marcel Van Hattem (Novo): 9%

  • Paulo Pimenta (PT): 9%

  • Ubiratan Sanderson (PL): 7%

  • Frederico Antunes (PSD): 2%

  • Cláudio Diaz (PSDB): 1%

  • Indecisos: 28%

  • Branco/nulo/não vai votar: 18%


Cenário 2

  • Manuela D'Ávila (PSOL): 13%

  • Germano Rigotto (MDB): 12%

  • Paulo Pimenta (PT): 10%

  • Marcel Van Hattem (Novo): 9%

  • Ubiratan Sanderson (PL): 6%

  • Frederico Antunes (PSD): 3%

  • Indecisos: 28%

  • Branco/nulo/não vai votar: 19%


O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de abril.


A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.


Para 37%, a escolha de voto para senador é definitiva. Outros 62% afirmam que ainda pode mudar.


Índices de rejeição


A Quaest perguntou também aos eleitores gaúchos em quais pré-candidatos ao Senado eles não votariam de jeito nenhum. Os resultados:


  • Manuela D'Ávila (PSOL): 41%

  • Paulo Pimenta (PT): 37%

  • Germano Rigotto (MDB): 30%

  • Marcel Van Hattem (Novo): 13%

  • Frederico Antunes (PSD): 12%

  • Cláudio Diaz (PSDB): 11%

  • Ubiratan Sanderson (PL): 10%


Cláudio Diaz (PSDB), 72 anos, natural de Rio Grande, é um ex-deputado federal tucano que volta ao partido para concorrer nas eleições de 2026. Ele participou da fundação da sigla em 1988 e retornou em março deste ano. Ele é médico veterinário e pecuarista.


Frederico Antunes (PSD), 57 anos, natural de Uruguaiana, é deputado estadual de sete mandatos. Foi líder de governo na Assembleia Legislativa durante toda a gestão Eduardo Leite. Quadro histórico do PP, migrou para o PSD do governador gaúcho para concorrer ao Senado.


Germano Rigotto (MDB), 76 anos, natural de Caxias do Sul, foi o 35º governador do Rio Grande do Sul, estando à frente do Palácio Piratini entre 2003 e 2006. Foi, ainda, vereador, deputado estadual e federal. Retorna à política em busca de uma vaga na Casa Alta.


Manuela d'Ávila (PSOL), 44 anos, de Porto Alegre, é ex-deputada federal. Em 2010, tornou-se a deputada mais votada da história do RS com mais de 482 mil votos. Também foi candidata a vice-presidente em 2018. Após 25 anos, deixou o PCdoB para concorrer pelo PSOL em 2026.


Marcel van Hattem (Novo), 40 anos, natural de Dois Irmãos, é deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Ele foi o deputado mais votado do estado em 2018, com 349,8 mil votos. Antes, também foi deputado estadual e vereador.


Paulo Pimenta (PT), 61 anos, de Santa Maria, é deputado federal desde 2003. Entre 2023 e 2025, foi ministro da Secom no governo Lula. Entre maio e setembro de 2024, foi ministro da Secretaria de Apoio à Reconstrução do RS. Foi vice-prefeito de Santa Maria, deputado estadual e vereador.


Ubiratan Sanderson (PL), 65 anos, natural de Erechim, é deputado federal. Em 2023, foi eleito presidente da Comissão de Segurança Pública do Congresso Nacional. Graduado em Direito, tem 23 anos de carreira na Polícia Federal.


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