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Incra libera mais R$ 5,6 milhões em crédito para famílias assentadas no RS

  • Foto do escritor: Rádio Tupanci
    Rádio Tupanci
  • 26 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

Novo repasse do Crédito Instalação–Fomento beneficia 349 famílias afetadas por eventos climáticos extremos em 2024

Por Jornal Tradição

Foto: Arquivo/Incra
Foto: Arquivo/Incra

*Com informações da Assessoria de Imprensa


O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) liberou, no final de dezembro, mais R$ 5,6 milhões em crédito para 349 famílias assentadas no Rio Grande do Sul, por meio do Crédito Instalação, na modalidade Fomento. Com esse repasse, o volume de recursos disponibilizados pelo órgão no Estado em 2025 chega a R$ 142,9 milhões, beneficiando 8.934 famílias.


O crédito liberado é uma operação adicional concedida em razão dos extremos climáticos registrados em 2024 e corresponde ao nono pagamento realizado pelo Incra com esse objetivo. Nesta etapa, foram atendidas famílias de 37 municípios gaúchos, entre eles Camaquã, Canguçu, Herval, Pinheiro Machado, Pedras Altas, Santana do Livramento, São Gabriel e Sentinela do Sul.


Segundo o superintendente regional do Incra no Rio Grande do Sul, Nelson Grasselli, o recurso busca apoiar a retomada das atividades produtivas nos assentamentos. “O objetivo da liberação adicional do crédito Fomento é a recuperação produtiva após as dificuldades enfrentadas em 2024. Esse recurso é importante para ações como recuperação do solo, investimentos na bacia leiteira e na produção de hortigranjeiros”, afirmou.


Cada família beneficiada recebe R$ 16 mil, valor que deve ser aplicado conforme projeto elaborado por técnicos do Incra ou da Emater/RS. Os planos priorizam ações voltadas à segurança alimentar e nutricional ou à geração de trabalho e renda. O recurso é depositado em nome do titular do lote e pode ser sacado em caixas eletrônicos do Banco do Brasil com o cartão do Crédito Instalação. Quem não possui o cartão deve comparecer à agência bancária do município com documento oficial com foto.


O primeiro saque deve ser realizado em até 120 dias após a liberação do crédito. Após essa retirada inicial, o beneficiário tem mais 60 dias para sacar o valor restante. Recursos não movimentados dentro desses prazos são recolhidos, resultando na perda do benefício.


Os gastos devem ser comprovados conforme o plano de aplicação aprovado. As famílias precisam guardar notas fiscais e recibos, que serão exigidos na fase de fiscalização. Caso o recurso seja utilizado de forma diferente da prevista, o beneficiário deverá devolver integralmente o valor aos cofres públicos.


O crédito deverá ser reembolsado em até três anos a partir da data de liberação. Quitações realizadas dentro desse prazo têm desconto de até 96%.


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