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Governo federal estuda zerar impostos sobre querosene de aviação para baratear passagens aéreas

  • 6 de abr.
  • 1 min de leitura

A Petrobras anunciou na semana passada um aumento de mais de 50% no preço médio do querosene de aviação vendido às distribuidoras

Por O Sul

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou que o governo estuda zerar os impostos federais (PIS/Cofins) sobre o querosene de aviação, como parte de um pacote de medidas para conter o avanço nos preços das passagens aéreas, que, segundo especialistas, podem subir até 20% com a alta do combustível.


Na semana passada, o Ministério de Portos e Aeroportos apresentou ao Ministério da Fazenda um pacote de medidas para tentar evitar essa alta. As propostas incluem ações emergenciais voltadas ao setor de aviação.


Entre as medidas, estão a criação de linhas de crédito para as empresas aéreas com recursos aportados pelo Tesouro e postergação do pagamento das tarifas de navegação aérea à FAB (Força Aérea Brasileira).


A Petrobras anunciou na última quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do querosene de aviação vendido às distribuidoras, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.


A medida reflete o avanço da cotação do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços das passagens aéreas, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das companhias aéreas às distribuidoras.



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