Dançarino e coreógrafo Marco Ayala morre aos 20 anos
- há 22 horas
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O jovem era estudante do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Por Redação JTR

A comunidade pelotense foi surpreendida na manhã desta terça-feira (2) pela morte de Marco Lapolli Ayala, de 20 anos. Dançarino e coreógrafo, Marco era conhecido por sua atuação na dança, onde se destacava como bailarino, coreógrafo e produtor de trabalhos autorais. Além disso, o jovem era estudante do quinto semestre do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
A morte foi confirmada pela família. De acordo com informações divulgadas no perfil do Instagram do Centro Acadêmico de Jornalismo Patrícia Galvão, o jovem faleceu em casa durante a manhã. A causa da morte não foi divulgada.
Nos últimos meses, Marco vivia um período de intensa produção artística e reconhecimento. Em maio, participou do festival Jaguarão em Dança, onde conquistou o primeiro lugar nas categorias Solo Adulto Danças Urbanas e Grupo Adulto Danças Urbanas, além do segundo lugar em Solo Adulto Estilo Livre com uma coreografia autoral. Também recebeu o prêmio de Bailarino Destaque da Noite.
Em paralelo com a dança e os estudos, Ayala divulgava sua arte nas redes sociais, onde acumulava milhares de visualizações em seus vídeos de dança e projetos universitários — que também comunicavam sua paixão pela expressão.
Nas redes sociais, comemorou as conquistas e destacou a importância da arte como forma de expressão de sentimentos, críticas sociais e da própria individualidade. Em uma de suas últimas publicações, relatou a emoção de apresentar pela primeira vez uma coreografia inteiramente criada por ele, trabalho que lhe garantiu reconhecimento do público e dos jurados.
Marco também havia sido convidado pela organização do Dia Mundial da Criatividade de Pelotas para participar da edição de 2026 como palestrante. Na ocasião, defendeu a criatividade como ferramenta de transformação social, cultural, política e civilizatória, capaz de contribuir para uma sociedade mais justa e com melhor qualidade de vida.
Colegas, professores, amigos e integrantes da comunidade artística passaram a prestar homenagens nas redes sociais ao estudante, lembrado pela sensibilidade, pelo talento e pelo envolvimento com a comunicação, a cultura e as causas sociais.



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