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Boletim da Fepam mantém alerta na Zona Sul

  • Foto do escritor: Jean Pierre Knepper
    Jean Pierre Knepper
  • 29 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

A Fepam continua monitorando a qualidade da água dos rios e praias do Estado


Por Celestino Garcia / JTR

Foto: Celestino Garcia / JTR
Foto: Celestino Garcia / JTR

O terceiro boletim do Programa de Balneabilidade da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), divulgado nesta sexta-feira (26), mantém o alerta para a Zona Sul. Dos 10 pontos considerados impróprios para banho no Estado, oito estão na região.

Apesar de algumas melhorias pontuais, a Zona Sul segue concentrando a maior parte das áreas classificadas como impróprias nesta semana, refletindo oscilações na qualidade da água em balneários urbanos e áreas de rio.


Em Pelotas, dois locais apresentaram melhora e foram liberados para banho: Santo Antônio, no trecho da Rua São José, e o Totó. Porém, outros pontos permanecem com restrições, como Valverde, na Avenida Senador Joaquim Assumpção, o Trapiche, e Santo Antônio, no trecho da Rua Bagé. Em Rio Grande, a Praia do Cassino voltou a registrar condições desfavoráveis em dois trechos monitorados, nas ruas Apolinário e Goiás.


A situação também exige atenção em municípios vizinhos. Em Cerrito, o Balneário Cerrito, no Rio Piratini, foi classificado como impróprio, assim como o Balneário Pedro Osório, também no Piratini. Em Piratini, o Balneário Municipal Klérfim Cardoso segue fora das condições adequadas para banho. Já em Tapes, o Balneário Rebelo continua na lista de locais impróprios apontados pela Fepam.


O monitoramento realizado pela fundação considera análises microbiológicas semanais, com base principalmente na presença da bactéria Escherichia coli, conforme critérios do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Em alguns municípios da Zona Sul, também é avaliada a concentração de cianobactérias, que pode representar risco à saúde.


A Fepam reforça a orientação para que os banhistas observem a sinalização instalada nos balneários, evitem entrar na água após períodos de chuva intensa ou cheia dos rios e priorizem locais classificados como próprios, especialmente no caso de crianças, idosos e pessoas com maior sensibilidade a contaminações.

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