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Beneficiários de programas sociais sem cadastro biométrico ganham mais prazo para fazer nova identidade

  • 6 de abr.
  • 1 min de leitura

Pelas novas regras, beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional até janeiro de 2027

Por O Sul

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) informou nesta segunda-feira (6) que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.


De acordo com a pasta, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova CIN (Carteira de Identidade Nacional) até janeiro de 2027.


Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.


Antes da mudança, as pessoas que buscassem um benefício poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano. Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.


Como fazer


O primeiro passo para a emissão da carteira de identidade nacional, de acordo com o Ministério da Gestão, é acessar o gov.br/identidade, entrar no link de agendamento de seu estado e marcar a coleta da biometria.


No dia da emissão, o governo explicou que é necessário levar a certidão de nascimento ou de casamento. Caso seja do interesse, a versão digital da CIN também possibilita a inclusão de outros documentos, como a CNH ou o título de eleitor.


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