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Audiência Pública debate equidade racial e políticas públicas em Arroio Grande

  • há 23 horas
  • 2 min de leitura

Atividade foi proposta pelas vereadoras Janaína Kosbi (PP) e Kátia Débora (PP), em parceria com o Grupo Axé Raízes

Por Rafael Viana / JTR

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma audiência pública sobre equidade racial e políticas públicas municipais reuniu, na manhã de terça-feira (28), representantes de diferentes setores da sociedade para discutir propostas voltadas à promoção da igualdade no município.


A atividade foi proposta pelas vereadoras Janaína Kosbi (PP) e Kátia Débora (PP), em parceria com o Grupo Axé Raízes, e teve como principal objetivo fomentar o debate sobre ações concretas capazes de reduzir desigualdades raciais e ampliar o acesso a direitos.


Organizada em duas etapas, a audiência começou com a apresentação das políticas públicas já em funcionamento no município, bem como dos desafios enfrentados para sua efetivação. Em um segundo momento, foi apresentada uma proposta estruturada voltada à promoção da equidade racial, contemplando áreas como educação, cultura e inclusão social.


Tema central do encontro, a equidade racial refere-se à adoção de medidas que reconheçam as desigualdades históricas e estruturais enfrentadas pela população negra, buscando garantir condições justas e igualitárias por meio de políticas públicas específicas e ações afirmativas.


A reunião contou com a participação de representantes do Executivo, do Legislativo municipal, da Brigada Militar, do Ponto de Cultura Axé Raízes e do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR). Também esteve presente a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), por meio do Círculo de Estudos das Práticas Antirracistas (CEPRANTI).


O CEPRANTI tem como objetivo promover e difundir a cultura negra e as práticas antirracistas, tanto na comunidade universitária quanto na população em geral. Entre suas ações, destacam-se o incentivo à valorização dos aspectos regionais e locais da cultura negra, o fortalecimento dos vínculos entre universidade e comunidade e a articulação com projetos institucionais e movimentos sociais, como o Movimento Negro Unificado.


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