Academia do Samba promove roda de conversa sobre o combate à violência contra a mulher

Foto: Francisca Jesus, mestra e doutoranda em história
Quarto encontro do projeto “Somos Mulheres Diversas e Queremos Viver” ocorre nesta sexta-feira (30), às 13h30, com participação da historiadora e educadora social Francisca Jesus.
A Academia do Samba realiza, nesta sexta-feira (30), mais uma atividade voltada ao combate à violência contra a mulher. A roda de conversa “Somos Mulheres Diversas e Queremos Viver” ocorre a partir das 13h30 e será conduzida pela historiadora e educadora social Francisca Jesus. O encontro é aberto ao público em geral.
Esta será a quarta edição do projeto, desenvolvido em parceria com a Fundação Luterana de Diaconia (FLD). A iniciativa busca promover espaços de diálogo e reflexão sobre os direitos das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero.
A atividade integra uma série de cinco rodas de conversa organizadas pela escola de samba ao longo do ano. Os encontros abordam diferentes aspectos da proteção às mulheres e da construção de redes de apoio.
Combate à violência para além do Carnaval
O projeto também está relacionado ao tema escolhido pela Academia do Samba para o Carnaval de 2027: “Nem Silêncio, Nem Medo. Parem de nos matar!”.
Segundo o presidente da escola, Beto Ortiz, a intenção é que o compromisso com o enfrentamento à violência não fique restrito ao período carnavalesco e aos preparativos para o desfile. A proposta é manter ações permanentes de conscientização e mobilização social.
Quem é Francisca Jesus?
A convidada desta edição é historiadora, mestra e doutoranda em História, além de pós-graduada em Direitos Humanos e Cidadania. Atua como educadora social e mobilizadora da Rede Cultura Viva.
Também coordena o Mobilizapreta Conexão Cultural e o Confluência Afroambiental, nos âmbitos estadual e nacional. Em Pelotas, participa do Conselho Municipal de Direitos da Mulher e é secretária do Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas (Gamp).
O encontro desta sexta-feira é aberto à comunidade e representa mais uma etapa do projeto desenvolvido pela Academia do Samba e pela Fundação Luterana de Diaconia.



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